Zé Lopes aponta indícios de irregularidades e cobra investigação no transporte público de Rio Branco

Durante sessão na Câmara Municipal nesta quinta-feira (12), o vereador Zé Lopes (Republicanos) fez duras críticas à condução do contrato emergencial firmado entre a Prefeitura e a empresa Ricco Transportes. O parlamentar questionou as sucessivas renovações do acordo sem a realização de licitação pública — procedimento obrigatório após o prazo legal do contrato emergencial. Segundo Zé Lopes, a legislação estabelece que contratos emergenciais tenham duração máxima de 180 dias, período suficiente para que o poder público realize processo licitatório regular. No entanto, o contrato firmado em 2022 segue sendo renovado. “Depois de quatro anos, esse contrato foi renovado várias vezes. Por que a Prefeitura não realizou a licitação nesse período?”, questionou da tribuna. Ônibus quebrando, acidentes e risco à população O vereador afirmou que, desde o início do mandato, ele e outros parlamentares vêm denunciando a má qualidade do serviço prestado pela empresa. Entre os problemas relatados estão ônibus quebrando semanalmente, veículos incendiando, falhas mecânicas graves e até casos de passageiros feridos. Um dos episódios relembrados pelo vereador foi o da mãe e filha que teriam sido arremessadas para fora de um ônibus após a porta se abrir com o veículo ainda em movimento. “Estamos falando de vidas em risco. A população não pode continuar exposta a esse perigo”, declarou. Exoneração levanta suspeitas Outro ponto que Zé Lopes abordou foi a exoneração do então superintendente da RBTrans, Clendes Villas Boas. Segundo o vereador, o ex-gestor teria sido afastado após se recusar a assinar mais uma renovação contratual com a Ricco Transportes. “Ele teria se negado a assinar para resguardar seu CPF e não compactuar com possíveis irregularidades. No mesmo dia, foi exonerado”, afirmou Zé Lopes. A declaração levantou questionamentos sobre possíveis pressões internas e sobre a legalidade das decisões administrativas relacionadas ao contrato. CPI barrada e pedido de investigação Zé Lopes relembrou que há cerca de um ano foi proposta uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o contrato do transporte coletivo. Apesar de a Câmara ter 21 vereadores, apenas cinco assinaram o pedido — eram necessárias sete assinaturas para abertura da investigação. “Não conseguimos o número suficiente. Mas os problemas continuaram”, disse. O parlamentar também estranhou o pedido recente da própria empresa Ricco para realização de audiência pública na Câmara. “Por que a empresa quer audiência pública agora? Para pressionar ou atacar quem não quis renovar o contrato?”, questionou. Ministério Público e Judiciário podem aprofundar apuração O vereador defendeu que o Ministério Público, o Judiciário e a própria Câmara aprofundem as investigações sobre o caso.  “Estou fazendo a minha parte. A Câmara precisa fazer a sua. A população que depende do transporte coletivo merece respeito e transparência”, concluiu. Enquanto isso, usuários seguem enfrentando ônibus lotados, falhas mecânicas e incertezas sobre a regularidade do contrato que mantém o sistema funcionando. A pergunta que ecoa na Câmara e nas ruas é direta: por que um contrato emergencial nunca deixou de ser emergencial?! Quais os interesses por trás das manobras?  A quem elas estão beneficiando? “Que está pagando a conta do descaso é a população de Rio Branco.” Finalizou Zé Lopes. Fonte: https://www.noticiasdahora.com.br/politica/ze-lopes-aponta-indicios-de-irregularidades-e-cobra-investigacao-no-transporte-publico-de-rio-branco.html

Zé Lopes critica exoneração de Clendes e cobra CPI sobre contrato da Ricco

O vereador Zé Lopes (Republicanos) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Rio Branco, nesta quinta-feira (12), para comentar a exoneração do ex-superintendente da RBTrans, Clendes Villas Boas, e reforçar as críticas à condução do contrato emergencial da empresa Ricco Transportes, responsável pelo transporte coletivo na capital. Segundo o parlamentar, desde o início do mandato ele e outros vereadores vêm cobrando providências da Prefeitura em relação à “péssima prestação de serviço” da empresa. Zé Lopes relembrou que, há cerca de um ano, foi apresentada uma proposta de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis irregularidades no contrato, mas a iniciativa não avançou por falta de assinaturas suficientes. “Somos 21 vereadores, mas conseguimos apenas cinco assinaturas das sete necessárias para abrir a CPI. De lá para cá, o que vimos foi ônibus quebrando toda semana, veículos pegando fogo, eixo se soltando e colocando a vida de passageiros e pedestres em risco”, afirmou. O vereador também citou episódios que, segundo ele, demonstram a gravidade da situação, como o caso de mãe e filha que teriam sido arremessadas para fora do ônibus após a porta se abrir com o veículo ainda em movimento. Zé Lopes voltou a questionar a legalidade das sucessivas renovações do contrato emergencial firmado no início de 2022. De acordo com ele, a legislação prevê que esse tipo de contrato tenha duração máxima de 180 dias, prazo suficiente para que a Prefeitura realize chamamento público e promova uma licitação regular. “Depois de quatro anos, esse contrato emergencial foi renovado várias vezes, sem que a licitação fosse realizada. Por qual motivo a Prefeitura não fez o processo licitatório nesse período?”, indagou. O parlamentar também levantou suspeitas sobre a exoneração de Clendes Villas Boas, afirmando que o ex-superintendente teria sido afastado do cargo após se recusar a assinar uma nova renovação contratual com a Ricco. “Ele teria se negado a assinar a renovação por entender que precisava resguardar seu CPF e não compactuar com possíveis irregularidades. No mesmo dia, foi exonerado”, declarou. Audiência pública solicitada pela empresa Durante o discurso, Zé Lopes mencionou ainda o pedido da Ricco Transportes para a realização de uma audiência pública na Câmara Municipal. Para ele, a iniciativa ocorre em um momento estratégico.“Por que a empresa quer audiência pública agora? Para pressionar e atacar a postura do superintendente que não quis renovar o contrato?”, questionou. O vereador defendeu que a Câmara Municipal, o Ministério Público e o Judiciário aprofundem a apuração sobre o caso e voltou a pedir apoio dos colegas parlamentares para viabilizar a CPI do transporte coletivo. “Estou fazendo a minha parte. O Ministério Público já tem ação sobre o assunto. Mas a Câmara precisa fazer a sua parte e abrir essa investigação. A população que depende do transporte coletivo não pode continuar exposta a esse risco”, concluiu. Fonte: https://ac24horas.com/2026/02/12/ze-lopes-critica-exoneracao-de-clendes-e-volta-a-cobrar-cpi-para-investigar-contrato-da-ricco-em-rio-branco/

“Enquanto a prefeitura não der prioridade, a produção não avança” diz Zé Lopes

O vereador Zé Lopes (UB) durante o pequeno expediente da Câmara de Rio Branco, nesta terça-feira (10), fez duras críticas à gestão municipal pela falta de apoio aos produtores do Moreno Maia, região agrícola da capital. “A prefeitura precisa olhar para essa região que se encontra abandonada. Enquanto a gestão negligencia essas pessoas, a produção não avança e coloca os produtores em uma situação crítica. Enquanto a prefeitura não der prioridade, a produção não avança”, disse o parlamentar. Fonte: https://oacre.com.br/enquanto-a-prefeitura-nao-der-prioridade-a-producao-nao-avanca-diz-ze-lopes/

“A Câmara não é puxadinho da prefeitura”, dispara Zé Lopes ao questionar Bocalom

O ano começou quente na política da capital: durante sessão na Câmara Municipal de Rio Branco, o vereador Zé Lopes fez um dos discursos mais duros contra a gestão do atual prefeito Tião Bocalom, ao criticar a fala do Prefeito que diz que a Prefeitura está perdendo poder de investimento porque boa parte dos recursos estariam sendo destinados à Câmara Municipal. Segundo o parlamentar, essa afirmação não corresponde à realidade. “Não é verdade! Quando a Prefeitura gastou mais de R$ 8 milhões com show de drones e decoração de Natal, ninguém disse que estava faltando dinheiro. Pelo contrário, o prefeito afirma que tem dinheiro sobrando sempre que quer justificar investimentos como ” embelezamento de viaduto ou aumento de repasse pras 1001 casas que ele prometeu e nunca entregou” afirmou. O vereador questionou a tentativa de transferir à Câmara a responsabilidade pelos problemas enfrentados pela cidade. Prioridades questionadas Zé Lopes também criticou o discurso do prefeito, que na abertura dos trabalhos do legislativo, usou a tribuna para falar da execução de grandes obras, com recursos próprios, enquanto, segundo ele: ” está faltando investimento no que é básico, não tem água, tão buraco, limpeza urbana, praças, parques nos bairros que seguem abandonados.” Para o vereador, a gestão municipal tem priorizado apenas algumas áreas da cidade: “Parece que Rio Branco se resume às avenidas Dias Martins, Ceará, Chico Mendes e Antônio da Rocha Viana. Mas todos nós sabemos que os bairros, onde 90% das pessoas realmente vivem, estão abandonados”, declarou. Impacto direto nas emendas No discurso, Zé Lopes alertou que a redução das emendas parlamentares afeta diretamente políticas sociais essenciais: “Reduzir o valor das emendas é tirar dos autistas, é tirar dinheiro da saúde, já que metade das emendas é obrigatoriamente destinada a essa área”, afirmou. Ele também destacou os impactos sobre entidades sociais, igrejas e projetos comunitários que ajudam o recurso público a chegar em quem mais precisa: “também vão perder recursos as entidades de assistência social, igrejas e entidades religiosas que fazem um trabalho social pelos mais pobres, pelos dependentes químicos, que a Prefeitura não alcança por pura falta de empatia com os mais necessidatos”, completou. O vereador ressaltou ainda o impacto sobre políticas públicas voltadas às mulheres. “Tivemos um aumento de 75% do número de feminicídios! Rio Branco segue não tendo Secretaria da Mulher, mas o prefeito quer impedir investimentos destinados as causas das mulheres. Destinei recursos para criação de oportunidades a partir de cursos e capacitações com entregas de kits práticos, para que elas possam sair da dependência econômica dos agressores e romper o ciclo de violência.”, enfatizou. Para Zé Lopes, o conflito entre Executivo e Legislativo vai além da questão financeira. “Essa rasteira que o prefeito deu na Câmara e na sua própria base, que fez tudo o que ele pediu no último ano, não é por causa dos R$ 7 milhões”. Segundo ele, a gestão municipal busca um responsável para os erros da própria administração e vai priorizar a eleição de Bocalom. “Ele precisa achar um culpado por todo o mal que tem feito à nossa cidade. Investiu mal, pensando na sua eleição para governador, investiu mal pela própria vaidade e pela falta de empatia com quem mais precisa”, disse. Encerrando o discurso, o vereador fez um apelo aos colegas parlamentares, a maioria da base do prefeito, reforçando o papel do Legislativo: “Eu conto com cada vereador aqui, porque sabemos do nosso papel. Somos nós que andamos nos bairros, somos nós que somos cobrados pela população. Somos nós que ouvimos as reclamações e tentamos dar soluções que a Prefeitura não atende”, concluiu. Fonte: https://www.noticiasdahora.com.br/politica/a-camara-nao-e-puxadinho-da-prefeitura-dispara-ze-lopes-ao-questionar-bocalom.html

“Faz discurso fantasioso e abandona bairros da capital”, diz Zé Lopes sobre Bocalom

O vereador Zé Lopes (Republicanos) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Rio Branco, nesta quarta-feira, 4, para fazer duras críticas à gestão do prefeito Tião Bocalom (PL). O parlamentar reagiu às declarações recentes do chefe do Executivo municipal sobre a redução da capacidade de investimento da Prefeitura e a destinação de recursos ao Legislativo por meio das emendas parlamentares. Durante o discurso, Zé Lopes afirmou que o prefeito estaria tentando transferir para a Câmara a responsabilidade por problemas administrativos enfrentados pelo município. Segundo ele, o argumento de que a Prefeitura estaria perdendo capacidade de investimento por conta das emendas não se sustenta diante do orçamento municipal, que gira em torno de R$ 2,5 bilhões. O vereador também relembrou falas anteriores do prefeito sobre a realização de obras com recursos próprios e os investimentos feitos em eventos, como a decoração natalina. Para o parlamentar, há uma contradição entre o discurso anterior da gestão e a justificativa atual apresentada para questionar o percentual destinado às emendas. Zé Lopes criticou ainda o que chamou de priorização de grandes obras em áreas centrais da cidade, enquanto bairros periféricos enfrentam problemas como buracos nas ruas, falta de água, deficiência na oferta de vagas em creches e falta de medicamentos nas unidades de saúde. O vereador defendeu a importância das emendas parlamentares, destacando que parte significativa desses recursos é destinada à saúde, ao atendimento de crianças autistas, ao apoio a entidades assistenciais, igrejas que atuam com pessoas em situação de rua e a políticas públicas voltadas para as mulheres. Ele também afirmou que Rio Branco não possui uma estrutura específica de proteção às mulheres, lembrando que, segundo ele, a criação da Secretaria da Mulher foi promessa de campanha não cumprida pela atual gestão. Zé Lopes citou ainda vetos a projetos e emendas que, segundo ele, buscavam fortalecer políticas públicas para o público feminino. Ao final, o parlamentar afirmou que o debate vai além de uma disputa entre base e oposição, classificando a situação como um embate institucional entre os Poderes Executivo e Legislativo. Segundo ele, cabe à Câmara demonstrar sua autonomia diante do que considerou uma tentativa do prefeito de descredibilizar o Parlamento municipal. Fonte: https://ac24horas.com/2026/02/04/faz-discurso-fantasioso-e-abandona-bairros-da-capital-diz-ze-lopes-sobre-bocalom/

Isolamento x desenvolvimento: Zé Lopes volta a cobrar prioridade para ramais e pontes no Acre

O produtor rural e vereador Zé Lopes falou sobre a realidade de quem depende das estradas vicinais para viver, produzir e escoar a produção No Acre, falar de desenvolvimento sem discutir ramais, pontes e trafegabilidade é ignorar uma das principais engrenagens da economia e da vida social do estado. Em entrevista recente, Zé Lopes trouxe ao centro do debate uma pauta que impacta diretamente o Juruá, e todas as regiões do estado: a precariedade dos ramais e seus reflexos na economia e na qualidade de vida da população. Zé Lopes falou da rotina e das dificuldades enfrentadas pelas milhares de famílias que dependem dos ramais para trabalhar, estudar, acessar saúde e garantir renda. “Ramal não é favor, é necessidade básica. Sem estrada em condição mínima, o produtor perde produção, o aluno falta aula e o doente não chega ao hospital”, afirmou Zé Lopes. Ramal ruim trava a economia do Acre A realidade dos ramais acreanos é marcada por atoleiros no inverno, pontes de madeira deterioradas, ausência de drenagem e manutenção irregular. O resultado é um ciclo de perdas que se repete ano após ano. Quando um ramal fica intrafegável, a produção não chega à cidade, afeta desde os pequenos produtores até as agroindústrias. Para quem vive na cidade, o problema também é preocupante, já que os custos do frete e logística aumentam e encarecem o alimento na mesa do acreano; A educação e a saúde também são prejudicadas: os alunos deixam de frequentar a escolas; idosos, cadeirantes, gestantes enfrentam riscos para chegar a unidades de saúde. “Em muitos casos, vizinhos carregam doentes em redes, carrocerias. Em um Estado em que tanto se fala da importância da produção rural, prometeram produção e entregaram shows, eventos com custos milionários.” Criticou Zé Lopes. No Vale do Juruá, onde a distância entre comunidades e centros urbanos é maior, a situação se agrava. A dependência de ramais, pontes e da Br 364 é total! Qualquer interrupção e lentidão impactam diretamente os indicadores sociais e econômicos da região. “Uma ponte ou trecho da estrada que cai isola comunidades e a população inteira. Não é só o produtor que perde”, reforçou. A substituição por pontes de concreto ou estruturas mais duráveis, segundo Zé Lopes, também precisa deixar de ser pontual e se tornar política pública permanente, planejada e com cronogramas claros. Outro aspecto muitas vezes ignorado: a relação direta entre infraestrutura rural e os números oficiais do Acre. Sem ramais em boas condições: •O PIB agropecuário perde competitividade; •A arrecadação diminui; •Programas de incentivo à produção perdem eficácia; •O êxodo rural se intensifica, gerando crescimento desordenado nas cidades. “Não adianta falar em crescimento econômico se o produtor não consegue sair de casa. Se o filho do produtor não consegue estudar, ter acesso as mesmas oportunidades que o filho de quem vive na cidade!”, pontuou. Experiência pessoal virou compromisso político A defesa da pauta não é apenas técnica, mas pessoal. Como alguém que vive desde cedo essa realidade, Zé Lopes afirma que o tema precisa ser tratado como prioridade estratégica, não apenas como ação emergencial. Para ele, investir em ramais, pontes e na manutenção das nossas estradas, significa garantir dignidade, fortalecer a economia local e reduzir desigualdades históricas entre a cidade e a zona rural. “O Acre não consegue avançar se a produção rural ficar para trás.” concluiu Zé Lopes. Fonte: https://juruacomunicacao.com.br/isolamento-x-desenvolvimento-ze-lopes-volta-a-cobrar-prioridade-para-ramais-e-pontes-no-acre/

Investir no Campo é Investir no Futuro: Vereador Zé Lopes destaca importância da Assistência Técnica Rural

O produtor rural e atualmente vereador de Rio Branco Zé Lopes, reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento rural e a modernização da agricultura familiar em todo o Acre. Para ele, a assistência técnica rural e a capacitação dos produtores são demandas fundamentais para fortalecer a economia local, gerar renda e promover qualidade de vida para milhares de famílias. Segundo Zé Lopes, Cruzeiro do Sul e os municípios vizinhos — Mâncio Lima e Rodrigues Alves — têm um potencial agrícola extraordinário, mas que precisa ser traduzido em investimento em maquinário, tecnologias mais acessíveis, formação técnica e apoio contínuo aos produtores rurais. “O agricultor não pode mais depender exclusivamente da experiência passada de geração em geração. O mundo mudou, os mercados exigem mais, e nós precisamos entender o potencial de cada região do nosso Estado pra preparar produtores e competir em igualdade de condições com os outros mercados”, afirmou o parlamentar. Parceria que dá resultado: Capacitac Um dos projetos que Zé Lopes demonstrou muito entusiasmo é o Programa Capacitac, desenvolvido a partir de emenda parlamentar do deputado federal Roberto Duarte. O programa — cujo objetivo central é levar capacitação técnica qualificada e assistência direta ao agricultor — já vem transformando a rotina de agricultores familiares na região. “Ver o agricultor familiar melhorando sua produção, diversificando culturas, adotando métodos mais modernos é motivo de muito orgulho. O Capacitac tem mostrado que com conhecimento, orientação técnica e planejamento, é possível alcançar resultados surpreendentes, tanto na produtividade quanto na renda familiar”, destaca Zé Lopes. A atuação conjunta tem garantido: * Capacitações presenciais e em campo sobre temas importantes para a produção rural * Assistência técnica continuada, com visita de especialistas diretamente às propriedades rurais;* Integração de jovens e mulheres rurais nos processos de formação;* Apoio na organização de cooperativas e associações, facilitando o acesso a mercados e ao crédito rural. Transformação no Alto Juruá Produtores de Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves relatam que as ações têm contribuído para superar desafios históricos, como a precariedade de orientação técnica, baixa produtividade e dificuldades de acesso a técnicas mais eficientes e sustentáveis. “Hoje sinto que tenho mais segurança e planejamento para plantar. A orientação técnica mudou a forma como eu cuido da minha lavoura e é um olhar que nem o governo e nem a prefeitura daqui de Cruzeiro tem dado pra gente”, conta um agricultor beneficiado — que pediu para não ser identificado. “Quando o produtor cresce, toda a comunidade cresce junto. Por isso, continuaremos firmes, ao lado dos agricultores, buscando parcerias, projetos e políticas que promovam a agricultura familiar e construam um futuro mais próspero para o Alto Juruá”, finalizou Zé Lopes. Fonte: https://juruacomunicacao.com.br/investir-no-campo-e-investir-no-futuro-vereador-ze-lopes-destaca-importancia-da-assistencia-tecnica-rural/

S.O.S Centro: Zé Lopes denuncia condições precárias pra quem trabalha no centro

A Câmara ainda não retomou os trabalhos, mas o vereador Zé Lopes aproveitou para realizar, desde o início do mês, caminhadas pra fiscalizar o poder público e escutar a população. No comércio de Rio Branco, o vereador ouviu lojistas, camelôs e permissionários que atuam no Calçadão da Quintino Bocaiuva, na Rua Epaminondas Jácome e nas áreas adjacentes. A agenda teve como foco identificar problemas estruturais, sanitários e de segurança que há anos vêm sendo reivindicados pelos trabalhadores da região. Prova de Resistência: Entre as principais demandas estão a falta de banheiros públicos. É isso mesmo: não existem banheiros para que os trabalhadores façam suas necessidades básicas, ficando muitas horas, pagando ou pedindo favores em lojas. A ausência de coberturas laterais, problemas graves de escoamento de água da chuva, além da escassez de lixeiras e recolhimento precário de lixo, agravam a proliferação de pragas, como insetos e ratos, afastando ainda mais os clientes daquela região. Uma das situações mais críticas relatadas foi a de um esgoto proveniente do Colégio Acreano, que escorre ao lado das lojas, causando mau cheiro, riscos à saúde e prejuízos aos comerciantes. Outro ponto que preocupa é a situação de risco estrutural em trechos do calçadão, onde calçadas estão cedendo. Segundo os comerciantes, a Defesa Civil já esteve no local em pelo menos três ocasiões, sem que medidas definitivas tenham sido adotadas. Zé Lopes informou que irá tratar diretamente do assunto com a SEINFRA e demais órgãos responsáveis. A falta de segurança pública também foi amplamente mencionada. Lojistas relataram que muitos estabelecimentos fecharam por medo da violência, situação ainda mais delicada para mulheres que trabalham no comércio local. Permissionários que não quiseram se identificar, também denunciaram a ausência de manutenção básica e a necessidade de arcar com custos de uma suposta “vigilância”, estando a mercê de facções que se instauraram nas imediações. “São problemas antigos, muitos deles com projetos já existentes, mas que nunca saíram do papel. Enquanto a prefeitura anuncia milhões em mais um viaduto, eu vou cobrar mas uma vez as verdadeiras prioridades da população, respostas concretas, com prazos e responsabilidades definidas”, afirmou o vereador. Como encaminhamento, o parlamentar anunciou que irá:• Protocolar solicitações formais junto às secretarias municipais para infraestrutura, limpeza urbana e controle de pragas;• Acionar a Defesa Civil para emissão de laudos conclusivos sobre áreas de risco;• Articular com os órgãos de segurança o reforço de rondas no centro;• Propor a realização de uma Audiência Pública, nos primeiros dias, com a participação de camelôs, lojistas, permissionários e representantes do poder público. O vereador anunciou a criação do Movimento SOS Centro, e convidar a Acisa, CDL, Associação Comercial, Associações que representem permissionários e com quem se interessar, para acompanhar o andamento das solicitações junto aos órgãos fiscalizadores, prefeitura e as secretarias envolvidas, pra garantir que as soluções sejam construídas de verdade. Uma cidade que não cuida do básico, que é fornecer banheiros e um ambiente digno pra quem quer trabalhar, precisa de mais um viaduto?! A nossa indignação é legítima e vamos seguir cobrando! Fonte: https://www.noticiasdahora.com.br/politica/s-o-s-centro-ze-lopes-denuncia-condicoes-precarias-pra-quem-trabalha-no-centro.html

Comerciantes cobram solução para piso que cede há 2 anos no calçadão de Rio Branco; Zé Lopes pede providências

O vereador Zé Lopes (Republicanos) percorreu o calçadão do centro de Rio Branco, na manhã desta quarta-feira, 14, para conversar com comerciantes, trabalhadores e a população em geral, com o objetivo de ouvir demandas, encaminhá-las à Prefeitura de Rio Branco e cobrar as providências necessárias. Durante a visita, o parlamentar recebeu denúncias sobre a falta de manutenção da infraestrutura no local. Segundo relatos dos comerciantes, há cerca de dois anos o piso em frente às lojas vem cedendo, situação que se agrava, principalmente, no período em que o nível do rio começa a baixar. Apesar das visitas de diferentes autoridades ao longo desse período, nenhuma solução definitiva foi adotada. “Esse piso já tem dois anos que está baixando, e geralmente cede mais quando o rio está secando. As pessoas estão preocupadas, já falaram com a Prefeitura, com a Seinfra e com a Defesa Civil. Diversas autoridades já vieram aqui, mas até agora nenhuma providência foi tomada”, afirmou Zé Lopes. Em vídeo publicado nas redes sociais, Zé Lopes mostrou a situação de uma das lojas, onde o piso de concreto cedeu de forma significativa, formando um vão escuro e profundo entre a soleira da loja e a calçada externa. A fenda expõe as fundações da entrada, levantando preocupação quanto à segurança estrutural do imóvel. O vereador destacou que irá encaminhar um ofício a Secretaria [Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana] e apresentar uma indicação na Câmara Municipal para que o problema seja solucionado. “Isso representa risco para os comerciantes e também para quem vem comprar aqui no centro. Vamos cobrar”, reforçou. Caso o problema não seja solucionado e o cedimento do solo continue avançando, a tendência é de que a estrutura dos prédios seja comprometida, o que pode resultar em acidentes graves envolvendo clientes, comerciantes e as pessoas que transitam diariamente pelo centro de Rio Branco. Fonte: https://folhadoacre.com.br/2026/01/comerciantes-cobram-solucao-para-piso-que-cede-ha-2-anos-no-calcadao-de-rio-branco-ze-lopes-pede-providencias/

Câmara de Rio Branco rejeita todas as emendas para políticas de mulheres apresentadas na LOA 2026

Propostas que tinham impacto direto na proteção feminina de André Kamai e Zé Lopes foram derrotadas durante votação na sexta-feira A rejeição de emendas parlamentares voltadas ao fortalecimento de políticas públicas para mulheres marcou a última sessão da Câmara Municipal de Rio Branco, realizada na madrugada da última sexta-feira (12), durante a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. As propostas, de autoria dos vereadores André Kamai (PT) e Zé Lopes (Republicanos), buscavam garantir recursos específicos para ações de saúde, combate à violência e promoção da autonomia feminina, mas foram derrotadas pela maioria dos parlamentares. Segundo os autores das emendas, todas as propostas que destinavam recursos diretos para políticas voltadas às mulheres foram rejeitadas, mesmo diante de um cenário considerado crítico, com altos índices de violência de gênero no Acre e no país. Uma das propostas previa a criação de uma Ação Orçamentária específica na Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) para viabilizar o programa Promoção da Saúde Integral da Mulher. A iniciativa estava alinhada ao Plano Plurianual (PPA) 2026–2029, já aprovado, e permitiria a execução financeira de ações voltadas principalmente à prevenção e diagnóstico de doenças como câncer de mama e do colo do útero. Para custear a medida, os recursos viriam da anulação parcial de outra dotação orçamentária, conforme prevê a Constituição Federal. A emenda, no entanto, foi rejeitada. Outra proposta rejeitada previa o reforço orçamentário do programa “Mulher com Dignidade”, vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH). O objetivo era ampliar ações de enfrentamento à violência, promoção da autonomia financeira e fortalecimento da rede de proteção às mulheres, com recursos remanejados da Secretaria Municipal de Finanças (SEFIN). “Mulheres ficaram fora das prioridades”, diz Zé Lopes Autor de uma das emendas, o vereador Zé Lopes afirmou que a rejeição representa uma escolha política da gestão municipal. “Apesar das emendas terem sido aprovadas no Plano Plurianual, elas foram rejeitadas na Lei Orçamentária Anual, que define o que realmente será executado em 2026. Ou seja, o prefeito preferiu investir cerca de R$ 8 milhões com show de drones, casinha do Papai Noel e iluminação decorativa, mas não dispôs de recursos para fortalecer as políticas para mulheres”, declarou. Segundo o parlamentar, a decisão impacta diretamente a vida de mulheres que dependem do poder público para romper ciclos de violência. “Na prática, isso significa que elas não poderão contar com prioridade em saúde feminina, cursos e capacitações para garantir autonomia financeira e ações específicas de enfrentamento à violência. O Acre está entre os estados com maiores índices de violência contra a mulher, e escolhas como essa ajudam a explicar esse cenário.” Zé Lopes também criticou a postura do Legislativo. “A Câmara foi renovada, mas segue submissa às vontades do prefeito, mesmo em pautas tão importantes. A preocupação de parte da base é mais em demonstrar fidelidade política do que proteger grupos historicamente vulneráveis.”  Base do prefeito x Elzinha Mendonça Única vereadora da base do prefeito a votar favoravelmente às emendas, Elzinha Mendonça (PP) afirmou que sua decisão foi pautada pela gravidade do problema. “Votei a favor por entender que toda proposta que fortaleça políticas públicas voltadas às mulheres merece um olhar responsável e sensível. Vivemos uma realidade de índices alarmantes de violência, e o Legislativo precisa atuar de forma propositiva.” Para a parlamentar, a rejeição representa a perda de uma oportunidade concreta dos direitos das mulheres. “Quando propostas dessa natureza não avançam, a rede de proteção permanece fragilizada e o enfrentamento à violência segue limitado.” Elzinha destacou ainda que a ausência de investimentos compromete o combate à violência. “Sem políticas públicas eficazes, o enfrentamento fica comprometido e os riscos tendem a se manter ou até se agravar.” Orçamento “fictício” para políticas de mulheres O vereador André Kamai afirmou que, atualmente, o orçamento destinado às políticas de mulheres em Rio Branco é simbólico. “Quando você olha no orçamento, tem três reais destinados à política de mulheres. Isso transforma a política em uma rubrica fictícia. Ela existe no papel, mas não na prática.” Segundo Kamai, sua proposta previa a destinação de cerca de R$ 1 milhão distribuído entre programas voltados às mulheres, mas foi rejeitada por orientação direta do Executivo. “A base do prefeito, com a presença inclusive do secretário da Casa Civil durante a sessão, derrotou essa proposta. Para comparação, a Casa Civil, que não executa políticas públicas, tem R$ 23 milhões apenas para manutenção.” O vereador também associou a decisão à falta de prioridade da gestão municipal. “A prefeitura não trata o enfrentamento à violência contra a mulher como prioridade. Sem financiamento, a política não existe.” Os números reforçam a gravidade do cenário e ampliam o alerta. De janeiro até dia 13 de dezembro deste ano, o Acre já contabiliza 14 feminicídios consumados, número que iguala os piores anos da série histórica, registrados em 2016 e 2018, quando o estado também atingiu a marca de 14 mulheres assassinadas por motivação de gênero. Além disso, foram registradas cerca de 5 mil ocorrências de violência doméstica, revelando um quadro persistente de agressões dentro do ambiente familiar. O dado é ainda mais alarmante porque mostra que, mesmo após quase uma década, o estado não conseguiu reduzir os índices de feminicídio, mantendo-se em patamares considerados críticos por órgãos de controle e especialistas. Para pesquisadores da área, a repetição desse cenário evidencia a fragilidade das políticas públicas de prevenção, acolhimento e proteção às mulheres, sobretudo quando não há garantia de financiamento contínuo. Segundo o Feminicidômetro, em um recorte de seis anos, o Acre acumula 90 feminicídios e 158 tentativas, números que desenham um retrato de violência estrutural e persistente. Diante desse contexto, a rejeição de emendas voltadas especificamente ao fortalecimento de políticas para mulheres durante a votação do orçamento de 2026 intensifica as críticas à condução das prioridades da gestão municipal. O site Agazeta.net tentou contato com vereadores da base do prefeito para comentar a rejeição das emendas, mas até o fechamento desta reportagem não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestações. Produção: Gisele Almeida Canais de Ajuda O acolhimento da vítima é essencial para romper o ciclo de violência e desvincular-se do agressor. É fundamental contar com uma rede de apoio, que pode incluir familiares e amigos, além de serviços especializados que

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