O vereador e candidato a deputado estadual Zé Lopes (Republicanos) foi entrevistado pelo programa Bar do Vaz nesta terça-feira, 15, e abordou temas como sua atuação na Câmara Municipal, as principais demandas da população, falta de água, saúde, saneamento, empreendedorismo, qualificação profissional, geração de emprego para jovens, assistência social e o projeto Eu Cidadão. Durante a conversa, também falou sobre sua relação com a gestão Alysson Bestene, defendeu maior fiscalização dos recursos públicos e apresentou as razões que o levaram a disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Acre.
Durante a entrevista, Lopes fez elogios à gestão do prefeito Alysson Bestene, que assumiu o comando do município após a saída do ex-prefeito Tião Bocalom. O vereador afirmou que percebeu uma mudança na interlocução com o Executivo Municipal desde a mudança de gestão.
Segundo Zé Lopes, durante a administração anterior havia dificuldades de diálogo com a Prefeitura. Ele afirmou que chegou a ouvir reclamações de vereadores da própria base sobre a falta de interlocução. “Melhorou muito. Quando o Alysson entrou, em abril, acho que eu nunca tinha sido recebido na Prefeitura antes. Não tinha interlocução”, afirmou o parlamentar.
O vereador relatou que, já no primeiro mês da nova gestão, participou de reuniões com o prefeito e apresentou demandas de comunidades. Entre os pedidos citados estão problemas relacionados ao abastecimento de água no Bota Seca e a situação da Rua da Paz, no Belo Jardim II.
De acordo com Lopes, a demanda referente à Rua da Paz foi atendida pouco tempo depois. Ele afirmou que a Prefeitura realizou uma intervenção em um trecho que, segundo moradores, apresentava problemas havia anos.
Apesar dos elogios à atual gestão, Zé Lopes afirmou que mantém uma postura independente na Câmara Municipal e que continuará cobrando a Prefeitura quando houver demandas da população. “Eu continuo na independência, mas, lógico, reduzi um pouco as críticas. O Alysson acabou de assumir, está com quatro, cinco meses. Então eu não posso ser injusto, tenho que dar um tempo para ele trabalhar, mas a cobrança continua”, declarou.
O vereador também relatou que recebeu novas reivindicações de moradores durante uma reunião na Baixada da Sobral e afirmou que já apresentou indicações relacionadas às demandas. Segundo Lopes, a função do vereador é fazer a interlocução entre a população e o Poder Executivo, cobrando providências para os problemas identificados nas comunidades. “Para mim, o vereador é o para-choque da Prefeitura”, afirmou.
O parlamentar explicou ainda como busca identificar e encaminhar as principais demandas apresentadas pela população. Segundo o parlamentar, a extensão de Rio Branco torna impossível para um vereador conhecer pessoalmente todos os problemas existentes nos mais de 200 bairros da capital. Por isso, ele defende a aproximação com os moradores como principal instrumento para identificar as necessidades de cada comunidade.
“Rio Branco tem 240 bairros. Eu conheço muito bem o bairro onde moro, onde trabalho e onde meus filhos estudam. Mas, por exemplo, se faltar losartana no posto de saúde da Cidade do Povo, alguém precisa me avisar, porque a gente não tem como saber”, afirmou.
Lopes disse que ouvir os moradores é uma das principais propostas que levou para sua campanha à Câmara Municipal e que pretende manter a mesma postura caso seja eleito deputado estadual. “Só quem sabe onde está o problema é quem vive esse problema todos os dias. Para mim, a maior qualidade de qualquer político é ouvir. Você pode ser o político mais inteligente, mais experiente do mundo, mas precisa ouvir quem vive o problema no seu dia a dia”, declarou.
Na avaliação do vereador, depois de ouvir a população, cabe ao poder público buscar, junto a técnicos e profissionais, a melhor alternativa para solucionar cada demanda.

Água e saúde
Questionado sobre as principais reclamações recebidas da população, Zé Lopes apontou duas áreas: abastecimento de água e saúde. Segundo ele, o problema da falta de água permanece em diversos bairros de Rio Branco, especialmente nas regiões mais altas da cidade. “A água é o maior problema hoje. Não está resolvida. Tem muitos bairros, principalmente na parte alta de Rio Branco, como a região do São Francisco, que sofre com falta de água o ano inteiro, não é só nessa época”, afirmou.
Lopes também relatou que moradores recorrem a caminhões-pipa para abastecer suas residências e citou o custo do serviço como uma dificuldade adicional para famílias que enfrentam o problema. Para o vereador, a questão do abastecimento está diretamente relacionada ao saneamento básico e, consequentemente, à saúde pública.
Ele afirmou ainda que, mesmo durante o período eleitoral, já vinha realizando reuniões com moradores desde o início do ano para ouvir demandas. Segundo Lopes, a saúde aparece como uma das principais reclamações recebidas em diferentes regiões do estado.
O candidato citou o caso de um jovem que teria relatado, durante uma reunião no bairro Vitória, a necessidade de aguardar até três anos por uma consulta com um médico reumatologista.“Para mim, é uma falta de prioridade. Quando a gente fala de água, está falando de saneamento, mas o saneamento envolve também a saúde. A questão da saúde é prioridade e a população está se sentindo muito desamparada com isso”, afirmou.
Ele abordou propostas voltadas ao empreendedorismo, à produção rural e à geração de oportunidades para jovens e famílias que buscam alternativas de renda no Acre.
Segundo Lopes, a distância do estado em relação aos grandes centros e a ausência de uma estrutura semelhante à Zona Franca de Manaus tornam necessário o fortalecimento de setores como a produção rural, o comércio e os serviços. “O Acre está afastado dos grandes centros urbanos. A gente não tem aqui uma Zona Franca como tem lá em Manaus. Então, nossos governantes deveriam não só usar como bandeira de campanha, mas principalmente apoiar de fato a produção rural”, afirmou.
Na avaliação do candidato, o fortalecimento da produção rural também movimenta outros setores da economia. “Esse dinheiro da produção rural vai circular aqui nos comércios, nas feiras e vai favorecer o setor de serviços, vai favorecer o comércio. A gente quer um comércio forte e um setor de serviços forte também”, declarou.

Cursos profissionalizantes
Lopes também citou ações que, segundo ele, foram viabilizadas por meio de emendas destinadas a cursos profissionalizantes. O vereador afirmou ter identificado, durante visitas a moradores da Baixada da Sobral, famílias nas quais apenas um dos responsáveis trabalhava e outros integrantes estavam desempregados.
Ele relatou ter encontrado equipamentos de trabalho instalados nas próprias residências, como cadeiras de manicure e lavatórios de cabelo.“Você via uma cadeira de manicure na varanda de casa, você via um lavatório de cabelo na varanda de casa. Muitas dessas mulheres precisam trabalhar, têm filho pequeno e não têm com quem deixar o filho”, afirmou.
Segundo Lopes, entre os cursos contemplados estão capacitações para cabeleireira, manicure, design de sobrancelhas e barbeiro. Ele afirmou que a proposta inclui, além do certificado, a entrega de um kit para que os participantes possam iniciar uma atividade profissional.
O candidato também relacionou a oferta de oportunidades para jovens à prevenção da entrada na criminalidade. “Para aquele jovem de 16, 17 anos que, na maioria das vezes, não trabalha e não estuda, se estiver em um bairro dominado por facção, muitas vezes a única oportunidade que aparece para esse jovem é o crime”, disse.
Projeto Acelera Jovem
Durante a entrevista, Zé Lopes apresentou ainda o projeto Acelera Jovem, que, segundo ele, teria como objetivo facilitar a entrada de jovens no mercado de trabalho por meio de capacitação e experiência profissional.
A proposta prevê uma capacitação de quatro horas, curso profissionalizante e estágio remunerado, que poderia ser realizado em uma instituição pública ou privada. Lopes afirmou que pretende estabelecer as regras por meio de legislação e, se necessário, utilizar emendas para subsidiar a capacitação e o estágio.
O projeto também prevê a participação dos jovens em atividades esportivas ou culturais e o recebimento de uma bolsa equivalente a meio salário mínimo, conforme explicou o candidato. “Quando o jovem recebe a notícia de que tem uma vaga de emprego, ele fica feliz, se arruma e vai para a entrevista. A primeira pergunta é: ‘Você tem experiência?’. Não tem. E, se ninguém der oportunidade, nunca vai ter”, afirmou.
Para Lopes, a proposta permitiria que o jovem acumulasse formação e experiência profissional ao mesmo tempo.“Você está em casa, não está ganhando nada, vai trabalhar, vai estudar e vai ter uma experiência na carteira de trabalho. E aí sim, depois de um ano, vai poder correr atrás”, comentou.
O político ainda mencionou sobre a decisão de dar um novo passo na carreira política e disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Acre. Ao explicar os motivos que sustentam sua candidatura, Lopes destacou a experiência adquirida no mandato de vereador e a proximidade com moradores de diferentes bairros e comunidades. Segundo ele, ouvir diretamente quem enfrenta os problemas é fundamental para definir as prioridades da atuação política. “O político tem que estar disponível para ouvir, entender o problema e conversar com quem vive esse problema no dia a dia”, afirmou.
Lopes disse que seu mandato na Câmara Municipal foi marcado pela apresentação de indicações ao Executivo. Segundo o vereador, já foram protocoladas quase 3 mil indicações com pedidos de melhorias em diferentes regiões de Rio Branco.
“Nosso mandato foi um caminhão de indicações. Nós temos quase 3 mil indicações de melhoria. Isso mostra que a gente está na rua todo dia”, declarou.
O candidato afirmou ainda que mantém uma rotina de visitas a bairros e ramais, acompanhando demandas relacionadas a infraestrutura, limpeza urbana, drenagem, iluminação pública e fiscalização. “Você vai ver que a gente está na rua todo dia, está no bairro, está no ramal. É tapa-buraco, limpeza, desobstrução de bueiro, iluminação e muita fiscalização”, disse.

Fiscalização na saúde
Na área da saúde, Lopes afirmou que também tem realizado visitas às unidades públicas de Rio Branco para verificar as condições de atendimento e ouvir os usuários. “Dos 62 postos de saúde que nós temos aqui em Rio Branco, pode ter certeza que mais da metade eu já fui. E eu não vou onde está bonito. Eu vou onde a população diz que tem problema”, afirmou.
Segundo o vereador, as demandas identificadas durante as visitas são encaminhadas por meio de indicações, ofícios e cobranças na tribuna da Câmara. Ele também afirmou que já acionou órgãos de controle e a Justiça em situações que, segundo sua avaliação, exigiam outras providências.
Gabinete com equipe multidisciplinar
Lopes também explicou que o gabinete mantém uma equipe com profissionais de diferentes áreas para auxiliar no encaminhamento das demandas recebidas da população. Segundo ele, além do próprio vereador, o gabinete conta com um dentista, um psicólogo, um assistente social e dois advogados.
“Nem toda demanda, na maior parte das vezes, que a gente recebe no gabinete é demanda de vereador. Por isso, no nosso gabinete, temos um dentista, um psicólogo, um assistente social e mais dois advogados, além de mim”, explicou.
De acordo com o candidato, mesmo quando determinada situação não é de competência direta do mandato, a equipe procura orientar o cidadão e encaminhá-lo ao órgão responsável.
Lopes citou como exemplo o atendimento a pessoas que chegam a Rio Branco vindas de municípios do interior e enfrentam dificuldades para encontrar serviços ou apoio na capital.“lSe a gente encontra uma pessoa acamada, que vem de Mâncio Lima para a rodoviária, por exemplo, muitas vezes ela chega aqui sem recurso, se perde na cidade e acaba o crédito. Então, a gente acaba fazendo também um trabalho de assistência social”, relatou.
Ele ainda mencionou o trabalho desenvolvido por meio do projeto social Eu Cidadão e afirmou que pretende ampliar a iniciativa caso seja eleito para a Assembleia Legislativa do Acre. Criado antes de sua entrada na política, quando ainda atuava como advogado, o projeto nasceu com o objetivo de oferecer orientação jurídica e encaminhamento a pessoas em situação de vulnerabilidade. A iniciativa já realizou ações com atendimento jurídico, consultas, exames, vacinação, odontologia e outros serviços em parceria com instituições. “Antes da política, a gente tinha um projeto social que se chama Eu Cidadão. Como advogado, eu ajudava pessoas, porque quem mais precisa geralmente nem conhece o seu direito”, afirmou.
De acordo com Lopes, o projeto também auxilia pessoas que buscam benefícios previdenciários e assistenciais, incluindo aposentadorias e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
O parlamentar afirmou que, durante o mandato de vereador, a iniciativa cresceu e passou a oferecer ações de saúde em diferentes comunidades de Rio Branco. Segundo informações divulgadas pelo próprio projeto, o Eu Cidadão já realizou mais de 3 mil atendimentos na capital. “Eu quero chegar na Assembleia para ampliar esse projeto, chegar em mais lugares. Esse é o nosso propósito”, declarou.
Fiscalização dos governos
Durante a entrevista, Zé Lopes também defendeu que parlamentares mantenham independência para fiscalizar o Executivo e acompanhar a execução dos planos de governo. Ele afirmou que, na eleição municipal anterior, guardou os planos de governo dos então candidatos para utilizá-los como instrumento de cobrança durante o mandato. Para a atual eleição estadual, disse que pretende fazer o mesmo com os planos apresentados pelos candidatos ao governo. “Para mim, o papel mais importante do parlamentar, além de estar próximo da população e ter a sua independência para cobrar, é justamente fiscalizar para que as boas leis que já existem sejam cumpridas”, afirmou.
Lopes também questionou a destinação dos recursos públicos e afirmou que, na avaliação dele, parte dos investimentos dos governos não estaria alinhada às principais demandas apresentadas pela população.
Segundo o vereador, entre as principais reclamações recebidas estão falta de água, dificuldades na saúde e falta de oportunidades de emprego. “Será que esse dinheiro que sobra depois de pagar as despesas obrigatórias está sendo investido naquilo que é prioridade para a população?”, questionou.
Ao tratar do tema, Lopes citou gastos e investimentos públicos que considera incompatíveis com as prioridades que identifica nas ruas, mencionando obras, eventos, aquisição de terreno e despesas com transporte aéreo.
Sobre os gastos com táxi aéreo, o vereador já havia afirmado, com base em levantamento que atribuiu a informações do Diário Oficial do Estado, que o governo do Acre teria desembolsado mais de R$ 83 milhões entre 2019 e 2025. O levantamento foi divulgado pelo próprio parlamentar e também repercutido pela imprensa. Lopes também citou a tentativa de aquisição de um terreno relacionado à Expoacre por R$ 22 milhões, além de investimentos em obras e estruturas públicas.
“Vamos garantir o básico”
Ao resumir sua avaliação sobre a administração dos recursos públicos, o candidato defendeu que os governos priorizem serviços considerados essenciais pela população. “Vamos garantir o básico para todo mundo. E depois que todo mundo tiver o básico, aí a gente começa a luxar, como o pessoal diz”, afirmou.
Zé Lopes foi questionado, durante entrevista ao programa Bar do Vaz, sobre os motivos que o levaram a disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Acre. Ao responder, Lopes afirmou que sua experiência como empresário permite ajudar diretamente funcionários e pessoas próximas, mas que a atuação na iniciativa privada possui limitações diante de problemas estruturais que dependem do poder público. “Como empresário, eu consigo ajudar muita gente. Consigo ajudar os funcionários da minha empresa, os funcionários da fazenda. Consigo ajudar a financiar alguém a tirar sua carteira, trocar de moto, trocar de carro. A gente consegue fazer isso. Mas isso tem um limite”, afirmou.
Segundo o candidato, a atuação política permite interferir em questões que exigem políticas públicas e recursos do Estado. Ele citou áreas como saúde, acesso a medicamentos, infraestrutura rural e transporte escolar.
“A política, principalmente nos cargos do Executivo, como prefeito, governador e presidente, que têm o poder da caneta na mão, pode realmente transformar a realidade”, declarou.
Lopes também destacou que, por meio das emendas parlamentares, deputados estaduais e federais e senadores podem direcionar recursos para atender demandas específicas.
“Eu passei os últimos quatro anos andando com o senador Alan e com o deputado federal Roberto Duarte e vi isso. Como é que o empresário vai resolver o problema da saúde aqui? Como é que ele vai resolver o problema da falta de remédios? Como vai resolver o isolamento de quem está no fundo do ramal, vendo sua produção estragar e seu filho com dificuldade de chegar à escola no horário? Para isso você precisa da política, para transformar a realidade”, afirmou.
Durante a entrevista, Lopes citou recursos destinados por parlamentares para áreas da saúde e afirmou que parte desses valores ainda não teria sido utilizada pelo governo estadual. As cifras e a situação dos recursos mencionados pelo candidato são apresentadas por ele como exemplos de sua avaliação sobre a aplicação das emendas.
O parlamentar também criticou a possibilidade de recursos destinados ao Estado não serem executados dentro dos prazos estabelecidos.“Eu quero estar lá para ser esse fiscal e ser a sua voz na Assembleia Legislativa, para fazer com que a sua demanda seja ouvida e colocar as prioridades em ordem”, disse.

“Não vou gastar no shopping”
Ao defender sua visão sobre a definição de prioridades no orçamento público, Lopes utilizou uma situação familiar como exemplo. “Eu tenho dois filhos e, se o meu filho estiver doente e precisar de uma consulta de mil reais, eu não vou pegar esses mil reais e gastar no shopping. Eu vou pagar primeiro o médico dele. Então, hoje, para mim, é colocar as reais prioridades no seu devido lugar”, afirmou.
Perfil e candidatura
Ao final da entrevista, Zé Lopes falou sobre sua trajetória pessoal e profissional e apresentou as razões pelas quais pretende ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa.“Eu sou um cara de 44 anos, sou produtor rural, advogado, sou pai de dois meninos, sou cristão, sou vereador hoje em Rio Branco e estou nessa campanha para deputado estadual”, declarou.
O candidato afirmou ainda que está há cerca de um ano e meio na política e pretende levar para a vida pública a experiência acumulada na iniciativa privada. “Eu quero fazer na política aquilo que fiz a vida inteira na iniciativa privada, trabalhando com meu pai desde os 12 anos de idade e podendo realmente fazer as coisas funcionarem do jeito que eu vi funcionando e que dá certo”, afirmou.
Ao encerrar sua participação, Lopes também fez um apelo para que os eleitores acompanhem as propostas dos candidatos antes de decidir o voto.“Você, eleitor, está num momento muito importante. Ouça todos os candidatos, acompanhe os debates, veja a história. Veja se aquela pessoa que está prometendo aquelas maravilhas que a gente vê nessa época, no histórico dela, conseguiu entregar aquilo que prometeu. Veja com consciência. Nesse momento, o poder está nas suas mãos”, concluiu.