Zé Lopes reúne moradores da Parte Alta para prestar contas e ouvir novas demandas da comunidade

O vereador e candidato a deputado estadual Zé Lopes realizou uma reunião de escuta ativa com moradores da Parte Alta de Rio Branco. O encontro teve como objetivo apresentar melhorias já encaminhadas a partir da atuação do parlamentar e, principalmente, ouvir as prioridades diretamente da população. Durante a conversa, os moradores apontaram como prioridades a melhoria do atendimento na saúde, a pavimentação e recuperação das ruas e os constantes problemas de falta de água que atingem as famílias da região. Outra demanda destacada foi a recuperação dos espaços de convivência da comunidade. Os moradores pediram a reforma da quadra e do parquinho utilizados pelas crianças e pelas famílias como uma das principais áreas de esporte e lazer do bairro. “Nosso trabalho começa ouvindo quem vive a realidade do bairro todos os dias. Viemos prestar contas do que já conseguimos encaminhar e também anotar cada nova demanda. É assim que tenho trabalhado como vereador: estando presente, fiscalizando e cobrando soluções”, afirmou Zé Lopes. A reunião também serviu para organizar as prioridades da comunidade e fortalecer o acompanhamento das reivindicações junto ao poder público. Para Zé, encontros como esse ajudam a transformar as necessidades relatadas pelos moradores em ações concretas. “Quando a comunidade aponta que precisa de água, saúde, rua pavimentada ou de um espaço digno para as crianças brincarem, não estamos falando de luxo. Estamos falando de qualidade de vida. Vamos continuar acompanhando essas demandas e trabalhando para que as melhorias cheguem a quem precisa”, destacou. Zé Lopes reforçou que pretende ampliar esse modelo de atuação, baseado na presença nas comunidades, fiscalização e diálogo permanente com a população. Fonte: https://ac24horas.com/2026/09/17/ze-lopes-reune-moradores-da-parte-alta-para-prestar-contas-e-ouvir-novas-demandas-da-comunidade/
Zé Lopes promete ser fiscal na Aleac e defende “transformar realidade” para mudança
O vereador e candidato a deputado estadual Zé Lopes (Republicanos) foi entrevistado pelo programa Bar do Vaz nesta terça-feira, 15, e abordou temas como sua atuação na Câmara Municipal, as principais demandas da população, falta de água, saúde, saneamento, empreendedorismo, qualificação profissional, geração de emprego para jovens, assistência social e o projeto Eu Cidadão. Durante a conversa, também falou sobre sua relação com a gestão Alysson Bestene, defendeu maior fiscalização dos recursos públicos e apresentou as razões que o levaram a disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Acre. Durante a entrevista, Lopes fez elogios à gestão do prefeito Alysson Bestene, que assumiu o comando do município após a saída do ex-prefeito Tião Bocalom. O vereador afirmou que percebeu uma mudança na interlocução com o Executivo Municipal desde a mudança de gestão. Segundo Zé Lopes, durante a administração anterior havia dificuldades de diálogo com a Prefeitura. Ele afirmou que chegou a ouvir reclamações de vereadores da própria base sobre a falta de interlocução. “Melhorou muito. Quando o Alysson entrou, em abril, acho que eu nunca tinha sido recebido na Prefeitura antes. Não tinha interlocução”, afirmou o parlamentar. O vereador relatou que, já no primeiro mês da nova gestão, participou de reuniões com o prefeito e apresentou demandas de comunidades. Entre os pedidos citados estão problemas relacionados ao abastecimento de água no Bota Seca e a situação da Rua da Paz, no Belo Jardim II. De acordo com Lopes, a demanda referente à Rua da Paz foi atendida pouco tempo depois. Ele afirmou que a Prefeitura realizou uma intervenção em um trecho que, segundo moradores, apresentava problemas havia anos. Apesar dos elogios à atual gestão, Zé Lopes afirmou que mantém uma postura independente na Câmara Municipal e que continuará cobrando a Prefeitura quando houver demandas da população. “Eu continuo na independência, mas, lógico, reduzi um pouco as críticas. O Alysson acabou de assumir, está com quatro, cinco meses. Então eu não posso ser injusto, tenho que dar um tempo para ele trabalhar, mas a cobrança continua”, declarou. O vereador também relatou que recebeu novas reivindicações de moradores durante uma reunião na Baixada da Sobral e afirmou que já apresentou indicações relacionadas às demandas. Segundo Lopes, a função do vereador é fazer a interlocução entre a população e o Poder Executivo, cobrando providências para os problemas identificados nas comunidades. “Para mim, o vereador é o para-choque da Prefeitura”, afirmou. O parlamentar explicou ainda como busca identificar e encaminhar as principais demandas apresentadas pela população. Segundo o parlamentar, a extensão de Rio Branco torna impossível para um vereador conhecer pessoalmente todos os problemas existentes nos mais de 200 bairros da capital. Por isso, ele defende a aproximação com os moradores como principal instrumento para identificar as necessidades de cada comunidade. “Rio Branco tem 240 bairros. Eu conheço muito bem o bairro onde moro, onde trabalho e onde meus filhos estudam. Mas, por exemplo, se faltar losartana no posto de saúde da Cidade do Povo, alguém precisa me avisar, porque a gente não tem como saber”, afirmou. Lopes disse que ouvir os moradores é uma das principais propostas que levou para sua campanha à Câmara Municipal e que pretende manter a mesma postura caso seja eleito deputado estadual. “Só quem sabe onde está o problema é quem vive esse problema todos os dias. Para mim, a maior qualidade de qualquer político é ouvir. Você pode ser o político mais inteligente, mais experiente do mundo, mas precisa ouvir quem vive o problema no seu dia a dia”, declarou. Na avaliação do vereador, depois de ouvir a população, cabe ao poder público buscar, junto a técnicos e profissionais, a melhor alternativa para solucionar cada demanda. Água e saúde Questionado sobre as principais reclamações recebidas da população, Zé Lopes apontou duas áreas: abastecimento de água e saúde. Segundo ele, o problema da falta de água permanece em diversos bairros de Rio Branco, especialmente nas regiões mais altas da cidade. “A água é o maior problema hoje. Não está resolvida. Tem muitos bairros, principalmente na parte alta de Rio Branco, como a região do São Francisco, que sofre com falta de água o ano inteiro, não é só nessa época”, afirmou. Lopes também relatou que moradores recorrem a caminhões-pipa para abastecer suas residências e citou o custo do serviço como uma dificuldade adicional para famílias que enfrentam o problema. Para o vereador, a questão do abastecimento está diretamente relacionada ao saneamento básico e, consequentemente, à saúde pública. Ele afirmou ainda que, mesmo durante o período eleitoral, já vinha realizando reuniões com moradores desde o início do ano para ouvir demandas. Segundo Lopes, a saúde aparece como uma das principais reclamações recebidas em diferentes regiões do estado. O candidato citou o caso de um jovem que teria relatado, durante uma reunião no bairro Vitória, a necessidade de aguardar até três anos por uma consulta com um médico reumatologista.“Para mim, é uma falta de prioridade. Quando a gente fala de água, está falando de saneamento, mas o saneamento envolve também a saúde. A questão da saúde é prioridade e a população está se sentindo muito desamparada com isso”, afirmou. Ele abordou propostas voltadas ao empreendedorismo, à produção rural e à geração de oportunidades para jovens e famílias que buscam alternativas de renda no Acre. Segundo Lopes, a distância do estado em relação aos grandes centros e a ausência de uma estrutura semelhante à Zona Franca de Manaus tornam necessário o fortalecimento de setores como a produção rural, o comércio e os serviços. “O Acre está afastado dos grandes centros urbanos. A gente não tem aqui uma Zona Franca como tem lá em Manaus. Então, nossos governantes deveriam não só usar como bandeira de campanha, mas principalmente apoiar de fato a produção rural”, afirmou. Na avaliação do candidato, o fortalecimento da produção rural também movimenta outros setores da economia. “Esse dinheiro da produção rural vai circular aqui nos comércios, nas feiras e vai favorecer o setor de serviços, vai favorecer o comércio. A gente quer um comércio forte e um
Zé Lopes cobra especialistas e transparência sobre filas na saúde de Rio Branco

O vereador Zé Lopes (Republicanos) usou a tribuna da Câmara Municipal de Rio Branco nesta terça-feira (18) para cobrar providências do poder público diante das longas filas por consultas e tratamentos especializados na rede de saúde. Durante o discurso, o parlamentar relatou situações que, segundo ele, foram apresentadas por moradores durante uma reunião realizada na segunda-feira (17), no Chico Mendes. Entre os relatos, Zé Lopes citou o caso de um homem que afirmou estar há três anos aguardando uma consulta com um médico reumatologista na Fundação Hospitalar. Segundo o vereador, o paciente convive diariamente com dores e teme que a demora no atendimento provoque o agravamento da doença.“São três anos sentindo dores, sofrendo com a preocupação de a doença estar avançando. O que antes poderia ser resolvido com um remédio, talvez precise de cirurgia ou coisa pior”, afirmou. Mãe relata espera por atendimento para filha O vereador também relatou o caso de uma mãe de uma criança de três anos com diagnóstico de autismo e necessidade de suporte elevado. Conforme o relato apresentado na tribuna, a criança aguarda atendimento terapêutico e consulta com fonoaudiólogo por meio do programa Mundo Azul, mas a família teria sido informada de que não há previsão para o atendimento. Zé Lopes criticou a falta de informações precisas sobre o tamanho das filas e defendeu que o poder público divulgue quantas pessoas aguardam consultas, exames e procedimentos especializados em Rio Branco e no restante do Acre.“Nossos governantes estão acostumados a tratar filas apenas como números. Atrás de cada número existe uma pessoa que está sentindo dor, preocupação. São crianças, idosos e mulheres que precisam sair de casa quatro horas da manhã para conseguir uma ficha”, declarou. Vereador cobra plano para reduzir filas Durante o pronunciamento, o vereador questionou quais medidas estão sendo adotadas pelo Governo do Acre e pela Prefeitura de Rio Branco para reduzir as filas e ampliar a oferta de especialistas. Ele também defendeu que o poder público apresente informações sobre a eventual falta de profissionais e indique quantos especialistas precisam ser contratados e quais estratégias serão utilizadas para preencher essas vagas. “Se existe falta de especialistas, quantos vamos contratar? De onde? Essa deveria ser a prioridade”, afirmou. Zé Lopes ainda criticou despesas que, na avaliação dele, deveriam ficar em segundo plano diante das demandas da saúde pública. “Não shows, diárias, banquetes e jatinhos. Um governo deve ser avaliado pela sua capacidade de melhorar a vida das pessoas que mais precisam”, disse. Ao final do discurso, o vereador afirmou que pretende continuar fiscalizando e cobrando medidas para melhorar o atendimento à população.“Conte comigo para fiscalizar e cobrar. Meu compromisso é com você”, concluiu. Fonte: ac24horas.
Vereador Zé Lopes cobra medidas do poder público para reduzir filas de consultas e exames em Rio Branco

O vereador Zé Lopes (Republicanos) usou a tribuna da Câmara de Rio Branco, durante a sessão desta terça-feira, 18, para cobrar medidas do poder público diante das longas filas por consultas e atendimentos especializados na Capital. O parlamentar relatou situações de pacientes que aguardam há anos por atendimento e defendeu mais transparência sobre o tamanho da demanda na rede pública de saúde. Segundo o parlamentar, durante uma reunião realizada na segunda-feira, 17, no Parque Chico Mendes, um homem o procurou para relatar que espera há três anos por uma consulta com um médico reumatologista na Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre). “São três anos sentindo dores, sofrendo com a preocupação de a doença estar avançando”, relatou Zé Lopes, ao destacar que a demora pode agravar o quadro de saúde dos pacientes. Na avaliação do republicano, um problema que poderia inicialmente ser tratado com medicamentos pode evoluir para a necessidade de procedimentos mais complexos. “O que antes poderia ser resolvido com um remédio talvez precise de cirurgia. Ou coisa pior”, afirmou. Lopes também relatou o caso de uma mãe de uma criança autista de três anos, classificada como nível de suporte 3. Conforme o vereador, a família aguarda atendimento terapêutico e consulta com fonoaudiólogo e está inscrita na fila do Mundo Azul, sem previsão de quando será atendida. Para o vereador, os casos mostram que as filas da saúde não podem ser tratadas apenas como números em relatórios administrativos. “Governantes estão acostumados a tratar filas apenas como números. Atrás de cada número existe uma pessoa que está sentindo dor, preocupação”, disse. O parlamentar citou ainda crianças, idosos e mulheres que, segundo ele, precisam deixar suas casas de madrugada para tentar conseguir uma ficha de atendimento. Diante desse cenário, Zé Lopes defendeu que o poder público apresente dados atualizados sobre a quantidade de pessoas que aguardam consultas especializadas e exames em Rio Branco e no restante do Acre. Ele também questionou quais medidas estão previstas pelo Governo do Estado e pela Prefeitura de Rio Branco para reduzir a demanda reprimida. “Antes de tudo, é preciso transparência”, afirmou. O vereador cobrou informações sobre a quantidade de profissionais especialistas disponíveis na rede pública e eventuais planos para ampliar as equipes. “Se existe falta de especialistas, quantos vamos contratar? De onde?”, questionou. O vereador afirmou que a redução das filas deveria ser uma prioridade da administração pública e fez críticas à destinação de recursos para despesas que, em sua avaliação, não deveriam estar acima das necessidades básicas da população. “Essa deveria ser a prioridade. Não shows, diárias, banquetes e jatinhos”, declarou. Fonte: Dell Pinheiro, do Notícias da Hora.